BMW 130i – O hatchback com a traseira mais feliz do mercado!

O ano é 2012 e a primeira geração da BMW série 1 já se despediu de todos nós. Apesar dos inúmeros defeitos, a antiga série 1 vai deixar saudades, especialmente nas versões top de linha, como a 130i, a 135i e a 1M.
Dinamicamente, os modelos top de linha da antiga série 1 eram legítimos “drivers’ cars”, ou seja, numa tradução literal, carros voltados para os motoristas. Nesse texto, vamos focar especificamente no modelo 130i.
 
BMW 130i (2005 – 2011)
A razão é simples. A BMW acaba de divulgar os preços da nova série 1 no Brasil, que acabou de chegar na versão 118i com preços divulgados entre R$ 113.000,00 e R$ 123.000,00, dependendo da versão. Tudo bem, pode ser novidade, ser carro do ano, mas, sejamos sinceros, muito embora o novo série 1 não seja um carro horroroso, também não é a coisa mais linda do mundo.
Por esse mesmo valor, o interessado na compra de um hatchback BMW pode encontrar uma 130i semi-nova – um legítimo BMW, com o famoso motor 6 cilindros em linha, aspirado, que produz 265 cvs de potência e 32,5 kgfm de torque, tendo por muitos anos enriquecido o legado da BMW.
Na minha singela opinião, em termos de motores aspirados, nada representa um BMW melhor do que esse motor 6 cilindros e o antigo v10 das M5 E60 e M6. Esses motores, devido a pressões ambientais e à necessidade de downsizing, foram enterrados no passado, mas não sem antes deixar sua marca na história da marca.
Motor 6 cilindros em linha do BMW 130i
Vamos falar da BMW 130i propriamente!
Impressão Geral – Visual e Interior
Visualmente falando, por mais subjetivo que isso possa parecer, é difícil não achar o BMW 130i um carro bonito ou, pelo menos, com estilo. O kit bmw motorsport cai muito bem na versão antiga do Série 1. Os parachoques são maiores, mas sem exageros. A suspensão é mais baixa que a típica Série 1, o que deixa o carro no ponto certo. As rodas, em especial as de aro 18” com 5 raios, são sutis e combinam de maneira perfeita com o visual geral do carro.
 
BMW 130i
Por dentro, o carro é bem acabado. Ok, ainda acho que o Audi A3 2006-2012 é mais bem acabado, mas não há como duvidar que os materiais utilizados na cabine do BMW 130i são feitos para durar.  O couro dos bancos é excelente, do tipo que não dá sinais de desgastes prematuros ou que vai começar a brilhar.
 
Interior BMW 130i Mecânica
O sistema IDrive nesse modelo em específico é simples, rápido e prático de utilizar. Por meio desse sistema, você controla o rádio e demais funções multimídia, GPS (carece ressalvar que o GPS só funciona nos veículos acima do ano 2011), controle da “luz de dia” (os famosos “angel eyes” BMW), telefonia celular, demais ajustes do carro e, o mais legal na minha opinião, a função de checagem geral mecânica do veículo.
A checagem geral mecânica fornece dados como nível de óleo, desgaste de pastilhas, pressão dos pneus, períodos de revisão separados por itens mecânicos do veículo, entre outros itens de suma importância. Ou seja, se você tiver o mínimo de interesse e cuidado, você fica no controle do que se passa e do que precisa ser feito com o carro (até mesmo quando for comprar um semi-novo, se acessar essa função, você poderá ter uma idéia geral do estado do veículo).
O sistema IDrive começou a ser disponibilizado somente nos veículos 2007/2008, o ano/modelo em que ocorreu o facelift do veículo (representado por um conjunto ótico traseiro diferente). Antes disso, o veículo vinha com o rádio padrão BMW e boa parte das funções que foram centralizadas no IDrive eram comandadas por meio do computador de bordo do carro.
Nos carros ano/modelo 2007/2008, o IDrive é escamoteável. Nos carros 2009/2010 em diante o modelo é totalmente incorporado ao painel, não sendo mais retrátil. Uma redução de custo besta, pois o primeiro sistema tinha um mecanismo muito bacana. São três versões de software diferentes, com interfaces semelhantes – 2007/2008 (mais complicado de usar); 2009/2010 (mais simples de usar); e 2011 em diante (última versão, tão simples quanto a anterior, mas com GPS funcionando).
Performance e Dirigibilidade
Em 2005, quando inicialmente lançada, os fanáticos por hatchbacks ficaram loucos com a idéia de um veículo desse tipo com tração traseira e um motor 6 cilindros com 265 cvs e 32,5 Kgfm. Para a época, de fato, era algo lunático.
Inicialmente, a BMW do Brasil trouxe o veículo para o Brasil somente com câmbio manual de 6 marchas e, realidade seja dita, é o câmbio perfeito para este carro. Manopla pequena e de movimentos rápidos, embreagem curta e firme.
Porém, como todos nós sabemos, no Brasil (e acho que em qualquer lugar do mundo), carros mecânicos não são a predileção do público consumidor. Dito e feito, em 2006/2007 chegam as BMW 130i equipadas com a caixa automática sequencial Steptronic com borboletas no voltante.
 
Versão britânica da 130i. Notem as borboletas do Steptronic próximas à direção.
Vejam bem, a caixa Steptronic é uma das caixas automáticas mais legais que eu tive a chance de utilizar, é suave, não é lerda e, ainda por cima, no BMW 130i, no modo esportivo especialmente, adora simular “punta-taccos” nas reduzidas, jogando o giro cerca de 2 mil RPMs lá para cima.
Porém, essa caixa está muito longe de ter a sensação que a 130i manual proporciona em termos de “tocada” e não chega nem perto da precisão de uma caixa manual semi-automatizada de dupla embreagem, como o DSG da AUDI.
O problema é o conversor de torque existente em toda caixa automática, que sempre vai gerar perda de eficiência. Por mais que a BMW divulgue os mesmos números de performance tanto para a 130i manual, como a automática, não se engane, a manual anda ligeiramente mais.
A BMW divulgava que a BMW 130i fazia de 0-100 kmh em cerca de 6,1 – 6,2 segs (manual – automática). Não duvido que faça isso em solo europeu, com combustível europeu, mas aqui no Brasil, com o nível da nossa podium e sendo um carro aspirado, o tempo sobe consideravelmente, para cerca de 6,8 – 6,9 segs.
É um tempo muito bom, mas sejamos sinceros, não é o que se espera de um 6 cilindros BMW, ainda mais quando é tremendamente próximo de carros de cilindrada menor, só que turbinados, como o Audi A3 Sportback/SPORT com o motor 2.0 TFSI de 200 cvs e 28,5 Kgfm de torque. Obviamente que nesse caso o câmbio de dupla embreagem faz uma bela diferença em favor dos Audis, mas, mesmo assim, não se espante se ouvir que esses A3, devido a remapeamentos de central eletrônica (o famoso “CHIP”), andarem mais em linha reta.
O BMW 130i não é foguetinho de farol a farol. Ele é um carro estradeiro. A curva de torque é plana, a entrega de potência é gradual, sem sustos (sem a famosa pancada dos carros turbo), porém o carro não perde fôlego.
Em testes em pistas fechadas, é um carro que transmite uma segurança sem igual em velocidades superiores a 230 – 240 kmh. O mais engraçado é que a BMW divulga que os carros são limitados eletrônicamente a 250 kmh, no entanto, alguns modelos do ano 2009 para cima vieram sem esse limitador.
 
Além obviamente da força do propulsor para andar nesse ritmo, o que mais impressiona no 130i é que o carro, muito embora tenha a roupagem de um hatchback, é muito mais do que isso. Trata-se de um legítimo esportivo. Você trafega em velocidades bem acima do permitido legalmente com uma tranquilidade aerodinâmica e estabilidade sem iguais. Isso, meus amigos, estou para ver algum hatchback fazer igual.
Se você gosta de viajar, o BMW 130i é o seu carro!
 
Até aqui falamos de retas e nem tocamos na melhor parte do carro – a capacidade de fazer curvas como um legítimo BMW. Para começo de conversa, a distribuição de peso é bem próxima da relação 50/50, o que significa que o peso sobre o eixo dianteiro é quase igual ao peso sobre o eixo traseiro.
Quando provocado, obviamente, aí sim aparece o traço mais marcante de todo BMW, a famosa “rabeada” de traseira que pode ser controlada com um contra-esterço no volante. Muitos pensam que é simples fazer isso. Na realidade, não é bem assim e recomendo prática em espaços abertos antes de tentar isso em qualquer lugar com risco de acidente.
Primeiro, o carro tem muita tração por causa das rodas aro 18”. Nos carros com aro 17”, é um pouco mais fácil. Segundo, quando o carro desgarra a traseira, lembremos que o BMW 130i não é um legítimo ///M, portanto, sem um limited-slip differential (LSD, que basicamente faz com que as rodas motrizes girem juntas de maneira uniforme), trazendo o efeito “chicote”.
Ou seja, quando você contra-esterça, o carro vai tentar voltar para a situação de normalidade dinâmica (ou seja, botar o eixo traseiro para fazer curva junto com o eixo dianteiro). Essa volta nos carros sem LSD ocorre de maneira mais brusca do que em carros com o equipamento e, nessa hora, se não souber segurar, vai dar uma bela lambança.
 
 
Tirando isso, o carro é sublime ao contornar curvas, a suspensão esportiva aliada ao chassi BMW fazem do BMW 130i um espetáculo à parte em termos de esportividade. Os freios são simplesmente magníficos, muito comunicativos e previsíveis.
Além disso, a posição de dirigir bem próxima ao chão do carro, com um banco que tem ajustes de abas laterais, segura o motorista no local exato nos momentos de direção mais esportiva.
O ronco do motor metálico 6 cilindros BMW faz você rir sozinho e invade a cabine nas acelerações mais vigorosas.
Como nem tudo são flores…
Quem leu até aqui deve estar pensando que o BMW 130i é um carro quase perfeito, mas a realidade é que NÃO É. Realmente, numa boa estrada ou serra, sozinho ou com mais um acompanhante, o 130i é uma bela aquisição, porém, se o 130i vai ser o seu único carro, é preciso considerar uma série de fatores.
Como já adiantado, se você anda no carro com mais de 2 pessoas, o espaço traseiro é uma tristeza de tão ruim. Não sei para que 4 bancos neste carro. Se o motorista tiver mais de 1,80 m, quem for no banco traseiro não pode ter mais de 1,60.
Se você precisa de um porta-malas, o BMW 130i também não é o seu carro. No melhor cenário, o 130i quebra um galho nesse aspecto. Viajar com bagagem considerável vai ser sempre um problema.
Não obstante os “detalhes” acima, o BMW 130i conta um jogo de suspensão estupidamente rígido para as nossas delicadas ruas. O carro vai pular de maneira infernal nas ruas de São Paulo.
Porém a maior besteira mesmo é a famosa insistência da BMW com o uso dos malditos pneus run-flat. Eu não sei a razão de tamanha insistência. Já está provado e reprovado que esse tipo de pneu não foi feito para usar em um país com as nossas ruas.
São pneus muito rígidos e sofrem com bolhas facilmente em comparação com um pneu normal. Além disso, os run-flats duram cerca de 30-40% a menos que o pneu comum. Sem contar que a BMW é bem simpática na política de preços desse tipo de pneu. O pneu para as rodas 18” custa singelos R$ 3.000,00 (em algumas concessionárias R$ 3.500,00).
Junte os pneus run-flat à suspensão da BMW 130i e você terá um dos carros que mais pulam nas nossas ruas tão bem pavimentadas. Chega a ser desagradável e cansativo.
Muitos arrancam esses pneus e colocam normais. Segundo depoimentos de proprietários, o carro se transforma, continua duro, mas suportável e contorna curvas de maneira muito mais agressiva. Dizem também alguns que os veículos de 2011 em diante têm amortecedores com uma calibragem mais confortável.
Conclusão
Para resumir, o BMW 130i é um carro fenomenal em muitos aspectos. Tem um legítimo 6 cilindros em linha debaixo do capô, tem potência, torque, tração traseira, um ronco de motor sensacional e é um carro de tocada impecável.
Porém, é um carro que requer que o interessado esteja bem resolvido quanto ao uso que pretende fazer. Vai viajar, passear aos finais de semana, curtir uma estrada cheia de curvas ou uma bela reta? É um carro ótimo. Vai usar todos os dias, depende de espaço no banco traseiro e porta-malas, anda sempre com gente no carro e usa o veículo em condições “normais” (péssimas) de asfalto? Definitivamente é um carro que pode frustrar expectativas e há melhores opções.
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22 comentários sobre “BMW 130i – O hatchback com a traseira mais feliz do mercado!

  1. Sobre: Nos carros ano/modelo 2007/2008, o IDrive é escamoteável. Nos carros 2009/2010 em diante o modelo é totalmente incorporado ao painel, não sendo mais retrátil. Uma redução de custo besta, pois o primeiro sistema tinha um mecanismo muito bacana.A vantagem de ser integrado no painel é que ficou possível ver mesmo em condições de muito sol, no escamoteável dependendo da luminosidade não se conseguia ver, foi uma mudança mais pela funcionalidade do que por custo….

  2. Tenho um 2009 e concordo com cada detalhe comentado acima. Adicionaria o fator seguro que dependendo do perfil é muito barato por o carro nao ser considerado esportivo e sim um carro importado. Outro fator interessante é o valor manutenção, FORA das concessionarias, ja que existem lojas com grande especialização que cobram manutenções similares a custo de carros medios nacionais. Recentemente troquei os pneus run-flat Bridgestone do meu carro e coloquei Yokohama SDrive normais, o carro virou uma maravilha, silencioso, macio e com muito grip, sem falar na durabilidade muito melhor. Recomendo muito!

  3. Das pessoas que eu conheço com o carro, ninguém teve qualquer tipo de surpresa desagradável. O motor que equipa o 130i é um dos motores mais confiáveis da marca em sua história.

  4. Então, uma das soluções mais comuns que já ouvi de muitos é utilizar aquele fluído vedante e, se houver um estouro mais sério, ligar para a seguradora. Se insistir em ter um jogo de estepe, a Dellavia, na Avenida Juscelino Kubitschek em São Paulo monta um jogo de emergência.

  5. Motor não confiável.
    Os motores produzidos até novembro de 2009 tem um defeito crônico. E não é culpa de combustível brasileiro ou de planos errados de manutenção. O cabeçote sofre com falta de lubrificação durante a fase fria e os atuadores hidráulicos das válvulas batem, provocando forte ruído. A BMW afirma não afetar o desempenho e a durabilidade do conjunto, mas acredito que o atrito não seja nada bom e a única solução encontrada foi a substituição do cabeçote pelo modelo aprimorado e aplicado para os veículos fabricados a partir de novembro de 2008.

    1. Sua informação está incorreta. Você pode estar falando dos motores 4 cilindros da BMW, mas nada disso se aplica ao N52, o motor de 6 cilindros em linha da BMW usado no 130i. Este é um dos motores mais confiáveis do mundo. Por sinal a BMW 130i foi o único carro a não perder um ponto sequer no teste de longa duração de 100.000km da mais prestigiada revista automotiva Alemã. Este motor, tal qual o da 135i, duram mais de 300.000km sem problemas (a 335i/135i, por sinal, tem todo o interior do motor já forjado de fábrica). BMW começa à partir dos 6 cilindros, o resto é carro de “entrada” (pelo menos lá fora). Se você tiver um único relato de um motor N52 quebrando antes de 200.000KM eu ficaria muito, mas muito surpreso. Mesmo se o dono enlouqueceu e colocou um Compressor, duvido que não passe dos 200.000km sem qualquer problema. A única coisa que raramente afeta praticamente todos os BMWs é um problema no VANOS, que é simples de consertar (fora da BMW, pois na BMW você morrerá numa grana enorme). Quando ligo meu 130i, não ouço forte ruído algum. Também não ouvi ruído alto algum em nenhum outro 130i, ou 330i de conhecidos. Nem relatos de quebra ou perda da durabilidade.

  6. Tenho uma 130i 2006 há 4 anos e dou parabéns para quem faz a matéria, pois vi que conhece a fundo o carro, pois todos os comentários estão de acordo com minha avaliação, exceto a questão ” motor não confiável “. Att. Gilson

  7. Muito bom o review, parabéns ao autor!! Primeira vez que acesso o site e encontrei enquanto procurava mais informações sobre a 130i. Tenho a intenção de trocar meu Subaru em uma. Sei que sentirei falta do 4×4, mas tenho certeza de que ganharei em muitos outros aspectos!

    Uma pergunta que não achei a resposta ainda é: as nossas 130i são fabricadas onde? Alemanha ou EUA?

    Provavelmente deve ser uma pergunta básica para muitos, mas realmente estou começando a conhecer o carro agora.

    Agradeço aos comentários de todos também. Sempre bom saber que existe uma comunidade de apaixonados ao redor deste carro, assim como acontece com os Subaristas!

    Abraços e boas aceleradas!

  8. Korn acompanho o APC desde 2013 e sei que voce entende muito de BMW, hoje aconteceu um fato que me fez pensar e gostaria da sua opinião, tenho uma 130i 2011 coloquei o badge M original na frente da escrita 130i ficando igual as M135i, fiz isto pois no meu entendimento a M135i e a sucessora da 130i com a mesma proposta tendo apenas evoluções tecnológicas relativas as novas gerações como o motor turbo, mas a proposta permanece a mesma vejo a M135i e a 130i da mesma forma que vejo a M3 E92 e a M3 E46. Mas vamos ao fato que desencadeou meu questionamento hoje estava com a 130i parado no sinal, do meu lado parou uma 320i F30 com JB4 e escape, o cara abaixou o vidro e me falou para tirar o badge que se não eu seria zoado e pararia na pagina do Instagram baianosefuriosos, detalhe meu carro e todo original só tem o badge de diferente. Fiquei incomodado pois ao meu ver no momento que a BMW coloca o badge M na M135i eu não estou errado em colocar na 130i, estaria errado se eu tirasse tudo e deixasse apenas o badge M ai sim concordo que esta errado. Sei que nenhum dos dois são legítimos M, se e certo ou errado a BMW ter colocado o nome de M135i ai já e outra discussão.
    Gostaria muito de saber a sua opinião.

    1. Cara… sacanagem… eu mesmo já passei por isso quando tive uma 130i KKKK Na época eu fiz exatamente o que v. falou. Meu carro era uma M130i antes da BMW fazer isso. Fui sacaneado de monte na época, mas eu não liguei muito. Hoje, confesso que é foda, mas cada um tem que fazer o que faz feliz. Tb concordo que o carro tá cheio de detalhes M, mas a BMW em si não o fez originalmente.

  9. Korn, parabéns pelo review!

    Acompanho o ApC e seu site há algum tempo, demonstra que você tem muito conhecimento das BMWs.

    O que me leva a seguinte questão: estou para trocar de carro e fiquei em dúvida entre uma 130i 09/09 na memsa faixa de preço que um C30 T5 10/10. O que você sugere?

    Obrigado, abraço e bom trabalho!

      1. Korn, aproveitando o gancho, eu pessoalmente consideraria comprar uma 130i para casar.
        Eu ficaria com ela por tempo indeterminado (se tudo correr bem). Gosto muito de hatch, gosto muito das BMW, acho um carro ‘colecionável’, não tem muitas, é difícil achar em bom estado, enfim…vários motivos.

        Pensando neste aspecto, considerando manutenção a longo prazo e etc, você compraria com uma 130i alemã ou uma 325i Touring americana?

        325i tem:
        – 6 cilindros
        – câmbio manual (opção)
        – mais espaço interno
        – peças nos EUA (relativamente mais fácil de importar)
        – mesmos anos de fabricação custam aproximadamente a mesma coisa

        Entendo que sejam propostas diferentes, wagon/hatch. Mas e ai, qual a opinião de quem entende?

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